Ir direto para menu de acessibilidade.
Portal do Governo Brasileiro
Início do conteúdo da página

Interesse de Pesquisa - Docentes PPGCS/UFRB

As temáticas gerais a seguir, divididas pelas duas linhas de pesquisa do PPGCS/UFRB, indicam os possíveis tipos de projeto, com seus respectivos temas e áreas de interesse, que os docentes do Programa poderão vir a orientar do(a)s candidato(a)s aprovado(a)s no processo seletivo da turma 2019.1. Na inscrição para o processo seletivo, o(a)s candidato(a)s devem indicar no mínimo 01 (um) docente e no máximo até 03 (três) docentes que poderão vir a orientar seus respectivos projetos. O Colegiado do Programa irá levar em conta na medida do possível as sugestões do(a)s candidato(a)s, porém irá observar também outros critérios, como capacidade de orientação dos docentes em termos de quantidade de projetos orientados e afinidades entre os temas de pesquisa, além de outros critérios igualmente relevantes dos vínculos do Programa com a CAPES.

 

LINHA 1: IDENTIDADE E DIVERSIDADE CULTURAL

 

Antropologia das populações afro-brasileiras: identidade, territorialidade e patrimônio cultural; Relações entre Antropologia e Estado

Ana Paula Comin de Carvalho


Desenvolve pesquisas sobre comunidades remanescentes de quilombos no que se refere aos temas da identidade, territorialidade e patrimônio cultural. Atualmente investiga as relações entre Antropologia e Estado no reconhecimento de grupos e territórios etnicamente diferenciados. Tem orientado trabalhos que versam sobre comunidades remanescentes de quilombos, ciganos, patrimônio, cultura material, políticas públicas de reconhecimento territorial e cultural negro, dentre outros.

 

Feminismo negro, identidade negra e desigualdades raciais e de gênero

Ângela Figueiredo

Possui graduação em antropologia pela Universidade Federal da Bahia (1994), mestrado em Ciências Sociais pela Universidade Federal da Bahia (1998), doutorado em Sociologia pela Sociedade Brasileira de Instrução - SBI/IUPERJ (2003), é professora adjunta no centro de Artes, Humanidades e Letras da UFRB. Realizou o Pós-Doc em 2017 na Universidade de Berkeley, Califórnia. Como pesquisadora tenho em interesse nas áreas de desigualdades raciais e de gênero, classe média negra, beleza negra, identidade negra, feminismo negro, emprego doméstico e estudos decoloniais. Coordenadora do coletivo Angela Davis, um grupo de pesquisa ativista nas áreas de gênero, raça e subalternidade e coordenadora da primeira Escola Internacional do pensamento Feminista Negro decolonial.

 

Antropologia da África e da População Afro-Brasileira
Kabengele Munanga

Dentro da presente temática geral de pesquisas, poderão ser orientados projetos que envolvam temas referentes: (1) Culturas africanas e Culturas Afro-Brasileiras; (2) Questões sociais relacionadas às práticas racistas, desigualdades raciais e Políticas públicas ou afirmativas de combate à discriminação racial; (3) Questões relacionadas com a construção das identidades nacionais na África e das identidades negras na diáspora; (4) Questões relacionadas com o debate sobre o multiculturalismo na educação brasileira, de acordo com as leis 10.639/03 e 11.645/08.

 

Raça e Gênero, Estado e Sociedade
Osmundo Pinho

Desde o campo de debates da teoria antropológica e da teoria social situamos nossos interesses de pesquisa na intersecção entre as variáveis analíticas e estruturas empíricas associadas às categorias raciais e de gênero, entendidas em sua dimensão histórica e política. Sem descartar a sua natureza relacional e contingente, a ênfase recai sobre os estudos das masculinidades racializadas. Quer seja no que se refere às práticas e representações, quer seja no que poderíamos interrogar como a produção de subjetividades/sujeição. O que implica manter no horizonte as relações com o Estado e o Mercado. Desse ponto de vista, a relação com o mundo das mercadorias; a sexualidade e as performances de gênero; a subjetivação sob a violência e a expropriação, são temas prioritários, dentre outros correlatos. De um ponto de vista mais amplo, a natureza racializada das instituições e formas discursivas brasileiras, configuradas de modo solidário à anti-negritude global conformam um pano de fundo mais amplo de interesse. O que permite conectar o foco na realidade brasileira a dimensões paralelas, onde temos também atuado, mais especificamente na discussão da relação entre o Estado, a Antropologia e as relações de gênero, mas concretamente a “invenção” da mulher em Moçambique, no continente africano. Assim, quer seja no Brasil ou na África, há ênfase e interesse nas relações e contradições entre a invenção do Estado e da Sociedade como a mesma invenção do Gênero e da Raça.

 

Antropologia engajada, estudos de gênero e movimentos sociais
Suzana Maia

Meus interesses de pesquisa têm como eixo norteador as relações de poder, tais como se delineiam nos processos de construção de identificações e (des)identificações, tomando como pressuposto de que identidades individuais e sociais não são fixas, e são a todo tempo reatualizadas em contexto, no tempo e no espaço, na interação cotidiana entre grupos sociais. Interessa-me entender as identidades em seu ponto de convergência entre os determinantes macroestruturais e aquelas esferas de poder local, pessoal e cotidiana, onde os micropoderes podem ser examinados. Na UFRB, tenho oscilado minhas pesquisas em dois eixos que a princípio podem parecer desconexos, mas que se complementam como partes contrastantes no entendimento da configuração racial e de classe no Brasil: comunidades quilombolas pesqueiras do Recôncavo, e branquitude entre as classes médias em Salvador. Nestes dois contextos, busco entender como as identidades raciais são construídas na intersecção dos mais diversos marcadores sociais, tais como gênero, classe, raça e sexualidade, examinando como isto se dá tanto na arena político-econômica mais ampla, quanto nos espaços de intimidade. Nos dois casos, me interesso pela formação da luta política em sua associação à formação de subjetividades, me valendo de um corpo teórico que vai dos estudos de gênero, organização política e movimentos sociais, teoria queer e de performatividade, estudos de relações raciais com ênfase em estudos de branquitude, assim como estudos descoloniais e da antropologia engajada.

 

Gênero, sexualidade, poder e agência
 Thiago Barcelos Soliva

Este projeto está inserido na linha de pesquisa Identidade e Diversidade Cultural. Meus interesses de investigação estão concentrados em torno do que algumas/ns autoras/es têm chamado de interseccionalidades ou categorias de articulação, estas pensadas como uma forma de explorar teórico-metodologicamente as conexões possíveis entre diferença e poder. Considerando essa abordagem, o foco analítico recai não somente nos processos através dos quais essas categorias são assumidas para pensar desigualdades, mas também como formas de refletir acerca de possibilidades para a agência. Assim, interessa compreender a construção de estratégias de agenciamento e formas de resistência de indivíduos com “condutas homossexuais” a partir de diferentes contextos sociais e históricos. Interessa também analisar os processos de mudança nas convenções de gênero e sexualidades impulsionados pelas estratégias cotidianas de agenciamento que estes indivíduos acionam e o modo como burlam convenções relacionadas à heteronormatividade. Considerando essas questões, os temas de pesquisa que tenho interesse em orientar são os seguintes: estudos sobre o movimento LGBT, trajetórias trans, sociabilidades e mercado, sexualidades dissidentes, memória da população LGBT, corporalidades, erotismos, performances de gênero e as relações entre violência, sofrimento psíquico e o exercício da sexualidade.

 

Sistemas Simbólicos, Produções Narrativas e Processos Rituais

Wilson Penteado

Sendo um dos principais pressupostos das Ciências Sociais a importância da teorização da vida social para melhor compreendermos aspectos inerentes ao mundo vivido, em sua dinâmica e particularidades, temos aqui três referenciais analíticos que se mostram úteis para a análise sociocultural: 1) “sistemas simbólicos”; 2) “produções narrativas” e 3) “processos rituais”. Pensados em suas particularidades ou de modo interdependente, dadas suas potencialidades, tais referenciais analíticos evocam importantes conceitos problematizados no âmbito das Ciências Sociais e Humanas, tais como “cultura”, “símbolo”, “memória”, “performance”, “ritual”, “discurso”, “sentido”, “linguagem”, “poder”, dentre muitos outros. Diante disso, interessa-nos propostas de pesquisa que, a partir da análise sobre realidades empíricas, possam se guiar por alguns desses referenciais e seus conceitos correlatos. Como exemplos que se inserem nesta proposta, temos os seguintes temas: rituais cívicos, religiosos e-ou terapêuticos; produção social de concepções sobre saúde-doença; trajetórias sociais de indivíduos, grupos e instituições; itinerários intelectuais e produções do conhecimento; narrativas nacionais, regionais e locais; dinâmicas e políticas patrimoniais; sistemas de crença e organizações sócio-religiosas; festas; cultura material; memórias afro-diaspóricas.

 

LINHA 2: DESIGUALDADES SOCIAIS E POLÍTICAS DE DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL

 

Estado, políticas sociais e desenvolvimento no Brasil e na América Latina

Antonio Eduardo Alves de Oliveira

 
Realiza pesquisas sobre a política contemporânea no Brasil e na América Latina. Coordena o projeto temático intitulado “Estado, política social no Brasil e na América Latina” e o projeto de Extensão intitulado “Estatuto da Criança e do Adolescente nas Escolas”. Tem pesquisado e orientando trabalhos acadêmicos sobre as políticas públicas de desenvolvimento econômico e social no Brasil, ressaltando a interação entre Estado, políticas sociais e desenvolvimento em uma abordagem multiescalar (regional, nacional e transnacional).  Pesquisa o Recôncavo da Bahia como um tema da sociologia e política, buscando aspectos da política localizada na região (características e interesses específicos locais/regionais) e as interações de abrangência maior que re-situam o Recôncavo baiano no contexto nacional, a partir do impacto das políticas sociais do governo federal na região. Investiga, ainda, o tema das lutas de classes, Estado e política no Brasil e na América da Sul, abordando desde as crises das ditaduras militares aos processos de constituição de governos de esquerda no século XXI, abarcando ainda as recentes rupturas democráticas. São eixos temáticos: 1) Política contemporânea no Brasil e América Latina; 2) Estado, Políticas Sociais e desenvolvimento;3) Marxismo, Estado e luta de classes.

 

A sociologia do desenvolvimento em questão: trajetórias intelectuais, ideologias políticas e enfoque crítico da dependência

Diogo Valença de Azevedo Costa

Os interesses temáticos do presente projeto de investigações, inserido na linha de pesquisa Desigualdades Sociais e Políticas de Desenvolvimento Territorial, versam sobre as críticas ao caráter normativo da noção sociológica de desenvolvimento, sinalizando para perspectivas teóricas que procurem analisar as relações reais de exploração, poder e dominação entre grupos, categorias e classes sociais em confronto no cenário histórico. Nesse sentido, serão questionadas as teorias do desenvolvimento existentes historicamente no Brasil e no mundo, a partir do enfoque das teorias marxistas da dependência. O tema central deste eixo de investigações pode ser resumido na análise crítica das teorias sobre o desenvolvimento produzidas por cientistas sociais e/ou grupos intelectuais, examinando como suas trajetórias de vida e ideologias políticas influenciaram suas posições teóricas e metodológicas nas ciências sociais. Tratando-se de um enfoque crítico a partir da sociologia do conhecimento, os principais temas de interesse de projetos de pesquisa sob minha orientação podem versar sobre: teoria sociológica e epistemologia das ciências sociais; produção social da teoria sociológica; trajetórias intelectuais; universidade e relações de poder nas ciências sociais; marxismo e pensamento descolonial; pesquisas no campo da sociologia do desenvolvimento; teorias da dependência; pensamento social brasileiro, latino-americano e africano.

 

Análise e avaliação de políticas públicas de proteção social

Edgilson Tavares de Araújo

As políticas públicas (policy), enquanto construtos sociais e analíticos, vêm cada vez mais sendo objeto de análise multidisciplinar sob diferentes caminhos interpretativos, fronteiras teórico-metodológicas e empíricas, que vão delimitando novas abordagens, escolas e teorias. Agregam-se à linha de pesquisa “desigualdades sociais e políticas de desenvolvimento territorial” interesses temáticos que utilizem abordagens de análise e avaliação de políticas públicas a partir de olhares mais sociocêntricas, pragmatistas e pós-positivistas, que compreendam a policy como processos multiatoriais voltados para o enfrentamento de problemas de pública relevância e/ou oferta de bens/serviços públicos. As pesquisas em desenvolvimento atualmente, sob a minha coordenação, analisam as políticas de cuidados para pessoas com deficiência e políticas de redução de danos para usuários de drogas, numa perspectiva interdisciplinar, interseccional e intersertorial. São bem vindos estudos sobre problemas públicos, arenas públicas, agendas, desenho e implementação destas e de outras policies direcionadas a pessoas em situação de extrema vulnerabilidade e risco social, principalmente as desenvolvidas no âmbito do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) e do Sistema Único de Saúde (SUS).

 

Estado, Poder e Elites Políticas

Maurício Ferreira Silva

As ciências sociais e suas múltiplas abordagens denotam um rico campo de estudo dos fenômenos sociais. Nesse aspecto, nosso campo de pesquisa abriga-se na linha “Desigualdades Sociais e Políticas de Desenvolvimento Territorial” e compõe a grande área da política, com foco na sociologia política, poder local, representação política, participação, desenvolvimento, mídia e cultura política. Nossas pesquisas de interesse se direcionam para os seguintes campos: 1. Teoria Política: Pesquisas que foquem o debate em torno dos aspectos teóricos do campo da política e das áreas de influência, como sociologia, antropologia, economia, história e filosofia; 2. Democracia e Instituições: Pesquisas que tratem dos aspectos da representação e participação políticas, como os partidos políticos, os poderes legislativo, executivo e judiciário, tanto no nível nacional quanto subnacional (ressalta-se a importância de pesquisas que abordem o Recôncavo e a Bahia); 3. Grupos de Interesse: Pesquisas em torno da mídia, dos movimentos sociais e das elites políticas em suas diversas variantes, sobretudo nos recortes de gênero, raça e religião. Enquadram-se, também, trabalhos de política comparada, nacionais e internacionais.

 

Dois campos de pesquisa: dos processos sociais agrários e da Sociologia da Juventude

Nilson Weisheimer

Membro da Linha de pesquisa Desigualdades Sociais e Políticas de Desenvolvimento Territorial, entende a Sociologia como ciência especializada nas relações sociais que emergem das interações dialéticas entre estruturas e formas de ações social, com vistas à objetivação, generalização e validação de seus resultados. Isso exige uma série de tomada de posições numa hierarquia de atos epistemológicos, teóricos, metodológicos e técnicos, o que permite a construção de objetos de estudo em ruptura com o senso comum, o subjetivismo e o empirismo ingênuos, desenvolvendo pesquisas teóricas e empíricas principalmente em dois campos das Ciências Sociais: o dos processos sociais agrários e da Sociologia da Juventude. O primeiro se organiza a partir do Núcleo de Estudo em Agricultura Familiar e Desenvolvimento Rural (NEAF/UFRB/CNPq) que dedica-se aos temas da ruralidade e da questão agrária contemporânea; dinâmicas da reprodução social da agricultura familiar; juventudes rurais e sucessão geracional; as relações de gênero no campo; o associativismo, o sindicalismo e os movimentos sociais no campo; as políticas públicas para a agriculta familiar e o desenvolvimento rural; a reforma agrária. O Segundo desenvolvido junto ao Observatório Social da Juventude (OSJ/UFRB/CNPq), estuda as diferentes situações juvenis; a questão sociológica das gerações; a transição para vida adulta; as relações dos jovens com a educação e o mundo do trabalho; as culturas juvenis e sociabilidades; violência e conflitos; a participação política; os movimentos juvenis; as políticas públicas de juventude e outros temas da Sociologia da Juventude.

 

Mercado, Sociedade e Estado: Sociologia Econômica; Sociologia dos Mercados; Economia da Educação; Organizações, instituições e corporações

Thais Joi Martins

Dentro de nossa linha de pesquisa podemos destacar principalmente estudos voltados para a sociologia econômica, das finanças e da economia da educação: ou seja,  estudo das elites e os estudos contrastantes de classes populares, o papel das ideias, as trajetórias de agentes econômicos e financeiros buscando entender o que está por trás da economia, a saber, aspectos simbólicos e morais estabelecidos entre agentes e organizações – a exemplo de gestores, consultores, gerentes, profisisonais de áreas diversas, ONGs, OSCIPs, organizações, bancos – ou entre agentes e instituições de intermediação econômico-financeira, a saber, empresários, jornalistas, juízes, sindicalistas, cientistas sociais, políticos, economistas, engenheiros, CEOS, dentre outras profissões.
Concomitante ao nosso tema de pesquisa da sociologia econômica e dos mercados, buscaremos estabelecer relações com temas paralelos bastante procurados por alunos situados no Recôncavo baiano, que são as temáticas que se vinculam à raça, gênero e, também, ao tema da educação, especificamente economia da educação.
Podemos trabalhar também com as seguintes perspectivas: As relações raciais vistas como Mercados Contestados; O mercado Afro; Mercados Femininos; O Mercado Wellness e Fitness (bem-estar); Mercados Sustentáveis; Mercado da Alimentação; O mercado do corpo; O mercado da Moda; Estudos de Trajetórias; Trajetórias escolares e profissionais. 

 

Criminologia sociológica: discursos e práticas do controle social

 Riccardo Cappi
 
Inseridos na linha de pesquisa Desigualdades Sociais e Políticas de Desenvolvimento Territorial, os interesses temáticos de pesquisa e orientação se estendem no arco da chamada Criminologia da Reação Social e da Criminologia Crítica, no que tange ao estudo dos discursos e das práticas do controle social, em suas diversas manifestações. Neste sentido são contempladas pesquisas sobre as “maneiras de pensar e fazer” e as “maneiras de ver” no âmbito penal e ao seu redor, para compreensão do pensamento, das ideias  e das práticas referentes às respostas – estatais e não estatais – às condutas  criminalizadas, incluindo-se a observação das formas como os marcadores de raça, gênero e classe intervêm nas manifestações analisadas. A título exemplificativos, será possível, do lado dos discursos, examinar os aqueles produzidos no âmbito das instâncias de produção legislativa, dos órgãos de segurança pública e justiça criminal, das instituições educativas, e nas manifestações difusas e representações do controle social. Do lado das práticas, será plausível estudar as manifestações do controle social que emanam de políticas de segurança pública e justiça criminal ou projetos específicos neste mesmo âmbito tais como: projetos voltados para grupos ou problemas específicos, projetos de justiça restaurativa, modalidades características de atuação das instâncias do controle social, formal ou informal.

 

 

registrado em:
Fim do conteúdo da página